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Solo

Um solo fértil é fundamental para o desenvolvimento das culturas, mas todos os anos se perdem enormes quantidades de solo nos campos agrícolas devido à erosão. A Syngenta contribui há vários anos para combater esta situação realizando diversas iniciativas a nível nacional e internacional.

A luta contra a erosão é um tema prioritário num país como Portugal, onde cerca de 32% dos solos se encontram em situação degradada, segundo dados do Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação (ICNF). A degradação do solo ocorre em todo o tipo de solos e de culturas agrícolas, mas sobretudo em terrenos com declive e em solos que permanecem sem cobertura vegetal durante uma parte do ciclo das culturas.

As técnicas usadas no combate à erosão e à degradação dos solos são conhecidas como Agricultura de Conservação.

A Agricultura de Conservação pode ser definida como “O conjunto de práticas agrícolas que permitem a gestão do solo para usos agrícolas alterando o menos possível a sua composição e estrutura e a biodiversidade natural”.

Existem inúmeras técnicas para atingir estes objetivos, tanto em culturas herbáceas (mobilização mínima, sementeira direta), como em culturas lenhosas (enrelvamento na entrelinha, mobilização mínima, etc.), técnicas já muito testadas que permitem atingir os objetivos desejados com uma excelente produtividade à colheita.

A Agricultura de Conservação proporciona vantagens ambientais e para o agricultor, económicas e agronómicas:

  • Melhora a fertilidade do solo: o solo recupera a sua estrutura, aumenta os níveis de matéria orgânica e o seu equilíbrio em água e nutrientes.
  • Melhora a qualidade das águas superficiais e subterrâneas: ao reduzir o arrastamento de sedimentos, nutrientes e outros contaminantes.
  • Efeito de captura de CO² retido na matéria orgânica não mineralizada.
  • Melhora a biodiversidade: microfauna do solo e fauna em geral.
  • Diminuição de custos em comparação com a agricultura convencional.

A Syngenta tem prestado desde sempre especial atenção à divulgação da Agricultura de Conservação, participando ativamente em diversos projetos, três dos quais no âmbito do programa europeu LIFE Meio ambiente - Proterra, Doñana Sostenible e Humedales Sevillanos - e também através da filiação em organizações como a Asociación Española de Agricultura de Conservación (AEAC.SV), à qual pertence desde a sua fundação em meados dos anos 90. Em Portugal, a Syngenta tem vindo a realizar um conjunto de ações em parceria com a APOSOLO- Associação Portuguesa de Mobilização de Conservação do Solo que visam partilhar conhecimento sobre a adoção de boas práticas agrícolas para a conservação dos solos e contribuir para aumentar a área de agricultura de conservação a nível nacional, atualmente estimada em cerca de 40.000 hectares.