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Syngenta em campo com viticultores do Oeste e da Bairrada

Noticias
30.06.2014

A Syngenta organizou, a 28 e 29 de Julho, dois dias de campo, na Escola Profissional Agrícola Fernandes Barros Leal, em Runa, Torres Vedras, e na Estação Vitivinícola da Bairrada, na Anadia, onde tem instalados centros demonstrativos com tecnologia aplicada à exploração agrícola e um completo programa de protecção da cultura da vinha.

Num ano de elevada pressão das principais pragas e doenças da vinha, os ponta-de-lança da Syngenta - Luzindo, Pergado F e Dynali – provaram ser eficazes.

No âmbito da sua plataforma demonstrativa para a cultura da vinha, a Syngenta reuniu cerca de 270 técnicos e agricultores em dois dias de campo, onde deu a conhecer os resultados do programa de protecção da cultura nos campos de ensaio. Simultâneamente, mostrou tecnologia aplicada à exploração agrícola, instalada nas suas quintas-modelo na Escola Profissional Agrícola Fernandes Barros Leal (EPAFBL) e na Estação Vitivinícola da Bairrada. Do programa fitossanitário aplicado destaca-se a acção do Pergado F no controlo da forte pressão do míldio. Apesar dos fortes de ataques de rot brun (míldio tardio) ocorridos no início de Julho nas vinhas da Bairrada, a estratégia de protecção implementada pela Syngenta permitiu controlar a doença, deixando a vinha da Estação Vitivinícola da Bairrada sem sintomas do fungo. No que respeita ao oídio, que atacou tanto as vinhas do Oeste (elevada da doença nas últimas semanas de Julho), como as da região da Anadia (desde Junho), oDynali teve um excelente desempenho.

O Quadris Max, posicionado no início de Abril e início de Junho, mostrou-se eficaz no controlo do míldio e da escoriose (doença do lenho). «Os ataques de escoriose estão a intensificar-se nas vinhas do Oeste, mas com o Quadris Max, posicionando o tratamento no Inverno, conseguimos controlar tanto esta doença como o míldio com um só tratamento», explica Carla Baltasar, técnica da Associação de Agricultores de Torres Vedras, que representa cerca de 600 hectares de vinha na região.

O Luzindo, o novo insecticida multipraga da Syngenta, foi aplicado para controlo da traça-dos-cachos (Lobesia botrana), mostrando-se eficaz, tanto no campo de ensaios da EPAFBL, como noutras vinhas da região Oeste onde foi aplicado. «A Lobesia botrana teve este ano um ciclo atípico, com fortes ataques na 1ª geração e com evolução muito heterogénea, mesmo em parcelas próximas, na 2ª geração. Com o Luzindo, que permite aplicações nos vários estádios da praga, o controlo foi eficaz», acrescenta Carla Baltazar.

O programa de protecção da vinha incluiu ainda os fitonutrientes Isabión e Stimufol k, que contribuíram para melhorar a nutrição das plantas, conferindo-lhes maior resistência às doenças e aumentando os açúcares das uvas.

O dia de campo na EPAFBL contou com a presença de técnicos do Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional (COTHN) convidados a falar sobre inspecção e calibração de pulverizadores. O COTHN, uma das entidades credenciadas e com maior experiência a nível nacional nesta temática, exemplificou em campo as medidas necessárias à correcta calibração dos equipamentos, da qual depende também a eficácia da aplicação dos produtos fitofarmacêuticos.

No dia de campo na Anadia, Jorge Sofia, técnico da Estação de Avisos do Dão, falou sobre as doenças do lenho da videira. Este investigador abordou as principais doenças do lenho – esca e BDA (black dead arm ou escoriose europeia) -, explicando que os sintomas do BDA são por vezes confundidos com os sintomas da eutipiose ou da esca: «os sintomas do BDA começam em geral no mês de Maio, com as varas não atempadas, verificando-se um necrosamento parcial de varas ou dos nós da videira, ficando por vezes as folhas raiadas de castanho. No caso da esca, que se manifesta mais tarde, verifica-se necrose entre as nervuras das folhas, com tons de castanho, amarelo e avermelhado, e os pâmpanos continuam normais». Nas videiras afectadas por BDA pode-se proceder à eliminação do braço atacado, evitando que o fungo se propague para o eixo central da videira, aplicando seguidamente um fungicida preventivo, na altura adequada.

Na EPAFBL, a Syngenta teve ainda oportunidade de mostrar como deve funcionar uma exploração agrícola no que respeita ao armazenamento dos produtos fitofarmacêuticos e ao tratamento dos restos de caldas, este realizado através do Heliosec instalado na quinta-modelo.

Nas vinhas de ambos os campos demonstrativos estão instaladas margens ricas em pólen e néctar, com vista a atrair insectos polinizadores, que contribuem para manter a biodiversidade nos campos.Uma acção integrada no programa Operation Pollinator da Syngenta.

«A exploração modelo instalada na EPAFBL é uma iniciativa que vence pelo pioneirismo. É importante persistir na sensibilização dos agricultores, que muitas vezes estão relutantes em adoptar determinadas boas práticas. O trabalho da Syngenta é de louvar», conclui Luís Aniceto, técnico da Adega de São Mamede da Ventosa, que tem cerca de 600 cooperantes, representando 1500 hectares de vinha.

 

A Syngenta é uma das empresas líderes no seu ramo de actividade. O grupo emprega mais de 27.000 pessoas em mais de 90 países, com um único objectivo comum: trazer para a vida o potencial das plantas. Através da excelência dos nossos cientistas, da nossa presença a nível mundial e do empenho de todos os nossos colaboradores em responder às necessidades dos nossos clientes, ajudamos a maximizar a produtividade e o rendimento das culturas, a proteger o ambiente e a melhorar a saúde e a qualidade de vida. Para mais informações sobre a Syngenta, consulte o site www.syngenta.pt owww.syngenta.com.