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Syngenta promove formação sobre poda em vinha

Noticias
11.03.2015
Syngenta promove formação sobre poda em vinha

A Syngenta realizou durante o mês de Fevereiro várias ações de formação sobre poda em vinha na região do Minho, onde alertou para a importância da poda também como estratégia de prevenção na transmissão das doenças do lenho.

O Quadrix Max é o fungicida da Syngenta indicado para o tratamento da escoriose, uma das doenças do lenho que mais afeta as vinhas portuguesas. Este fungicida está igualmente homologado para controlo do oídio, do míldio e do black rot.

Num périplo pela região minhota, a Syngenta organizou diversos dias de campo nos quais partilhou com agricultores e técnicos informação sobre técnicas de poda em vinha. As ações decorreram em Ponte de Lima, Lousada, Melgaço, Monção, Santo Tirso e Arco de Baúlhe.

A formação sobre poda esteve a cargo do Eng. Manuel Oliveira, técnico da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), que alertou para a importância das medidas profiláticas a executar antes do início da poda, como desinfetar com álcool as tesouras e outros materiais usados na poda, sobretudo após a poda de videiras onde se confirme a existência de doenças. As videiras infetadas por doenças do lenho ou pela flavescência dourada devem ser identificadas e marcadas, para que possam ser podadas à parte e todos os resíduos de lenha destruídos, o que minimizará o risco de contágio às plantas sãs.

A adaptação da poda ao sistema de condução da vinha e à casta é um dos princípios fundamentais para garantir a eficácia desta operação: «A carga ou número de gomos que deixamos na videira vai influenciar diretamente a produção do ano seguinte. Se retirarmos carga a mais, o que muitas vezes é feito por desconhecimento, a videira produz menos uva do que deveria. É preciso ajustar a poda ao sistema de condução da vinha», lembra o Engº Manuel Oliveira.

A poda de formação, realizada nos três primeiros anos após a plantação da vinha, é tão ou mais importante do que a poda de manutenção. «Cometem-se muitos erros na poda de formação da vinha, que se vão refletir ao longo de toda a vida das videiras. É fundamental avaliar o vigor da planta, ponderar a forma de entrada no arame e equacionar a carga a deixar no ano», alerta o técnico da DRAPN.

A poda tem também um importante papel a cumprir na prevenção de infeções da vinha por doenças, entre as quais a escoriose, uma doença do lenho que pode provocar quebras importantes e que afeta a cultura desde a sua fase inicial. A videira está recetiva até aos estados E (folhas livres) e F (cachos visíveis), quando a temperatura for da ordem dos 23 Cº graus e humidade superior a 95%. Pode levar à quebra de pâmpanos, apodrecimento de alguns gomos,  dissecamento das varas e perda de madeira de poda.

«O tratamento deve ser feito se a videira estiver muito atacada e se estiver a chover à ponta verde.  Recomendam-se normalmente dois tratamentos: um no estado fenológico D (saída das folhas) e outro no estado fenológico E (folhas livres). Durante a poda é fundamental estar atento, eliminando se possível  as varas muito afetadas. Em cepas muito afetadas aconselha-se a deixar mais de três olhos», recomenda Pedro Martins, do Departamento Técnico da Syngenta.

Os agricultores que participaram nas ações de formação, reconhecem a importância dos dias de campo organizados pela Syngenta: «Aprendi imenso neste dia de campo, nomeadamente a escolher as varas certas na poda de formação, a fazer o cálculo do número gomos a deixar por metro linear em cada videira, na poda de manutenção, e com que intervalo se devem desinfetar as tesouras de poda», afirma António Matos, viticultor em Monção, com uma área de vinha de 10 hectares, sublinhando «a confiança e proximidade que tenho na equipa da Syngenta, pelo aconselhamento técnico que nos prestam, mostrando-se sempre disponíveis a ajudar na resolução dos problemas das nossas vinhas».

Paulo Pratinha, viticultor de Guimarães, com uma área de 4 hectares, descreve o dia de campo em que participou: «foi uma ação interessante, que permitiu cruzar informação entre diferentes entidades e nos ensinou alguns conceitos novos de poda, nomeadamente a opção da curvatura da vara na poda em bardo, que permite um aumento de produção da vinha de 30%».

Com estas ações de formação a Syngenta visa sensibilizar os viticultores para as boas práticas agrícolas, contribuindo em última análise para melhorar a produtividade da cultura da vinha. Um objetivo que está em linha com o compromisso assumido pela empresa no âmbito do “The good growth plan”, a implementar até 2020: ajudar a aumentar a produtividade média das culturas agrícolas em 20%, sem usar mais terra e água.

 

A Syngenta é uma das empresas líderes no seu ramo de actividade. O grupo emprega mais de 27.000 pessoas em mais de 90 países, com um único objectivo comum: trazer para a vida o potencial das plantas. Através da excelência dos nossos cientistas, da nossa presença a nível mundial e do empenho de todos os nossos colaboradores em responder às necessidades dos nossos clientes, ajudamos a maximizar a produtividade e o rendimento das culturas, a proteger o ambiente e a melhorar a saúde e a qualidade de vida. Para mais informações sobre a Syngenta, consulte o site www.syngenta.pt o www.syngenta.com.