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Nutrição em Olival

Nutrição


A falta ou o excesso de um elemento nutritivo pode influenciar o estado vegetativo e produtivo dos olivais.

A cultura da oliveira é muito sensível a carência de potássio e boro. A carência em potássio chega a influenciar negativamente a colheita, e diminui a resistência a seca e ao frio e a carência de boro leva a uma queda de frutos no Verão.



Sintomas das principais deficiências nutritivas
 

Azoto – folhas com coloração uniformemente amareladas, pequenas e deformadas e queda prematura.

Fósforo – folhas de menor tamanho mas não deformadas, com a zona do ápice de cor verde mais claro ou folhas de tamanho normal com uma coloração purpúrea ou avermelhada.

Potássio – redução do crescimento vegetativo; folhas pequenas com clorose apical que avança sobre o limbo das folhas; folhas com cloroses marginais junto ao ápice, que por vezes se enrolam; redução do tamanho do fruto. Com uma deficiência acentuada é frequente alguma desfoliação dos ramos.

Magnésio – cloroses inter-nervuras nas folhas mais velhas e desfoliações precoses; metade de folha próxima da zona apical fica com uma tonalidade mais clara.

Cálcio – folhas apresentam uma clorose intensa principalmente na zona apical. Mau desenvolvimento do sistema radicular.

Boro – as folhas apresentam uma clorose na zona apical e marginais, sendo muito característico uma zona amarela entre a zona queimada e a folha normal; desfolhas dando origem às chamadas “escovas de bruxa”; ramos com entre nós curtos; deformações de frutos, deixando o caroço à vista, na parte oposta ao pedúnculo; queda de frutos especialmente no Verão.



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