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Chorus

Ultima atualização:
22.09.2017

Fungicida

Protecção de culturas

Número de autorização: 
618
Embalagems: 
300 g
1 Kg
Composição: 
Fórmula: 
Grânulos dispersíveis em água (WG)

Fungicida sistémico indicado para combater os pedrados em macieira e pereira e moniliose em pessegueiro, nectarina, damasqueiro, ameixeira e cerejeira.

Ameixeira

Doenças Concentração
(g / hl)
alto volume
Condições de aplicação
Moniliose (Monilia laxa e Monilia fructigena) 30-50 g/hl
(dose máxima de 500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência, em condições favoráveis à moniliose das flores (Monilia laxa) tratar à floração e à queda das pétalas. Para protecção da moniliose dos frutos (Monilia fructigena), tratar ao vingamento do fruto e prosseguir os tratamentos até à maturação dos frutos em condições favoráveis à doença.

A persistência biológica do produto é de 7 a 10 dias, devendo usar o intervalo mais curto e a concentração mais elevada em condições de maior pressão da doença.

Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e ano, com este ou outro fungicida do grupo das anilinopirimidinas.

Consultar a indústria transformadora antes de usar o produto em fruta cuja produção se destina a processamento industrial.

Cerejeira

Doenças Concentração
(g / hl)
alto volume
Condições de aplicação
Moniliose (Monilia laxa e Monilia fructigena) 30-50 g/hl
(dose máxima de 500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência, em condições favoráveis à moniliose das flores (Monilia laxa) tratar à floração e à queda das pétalas. Para protecção da moniliose dos frutos (Monilia fructigena), tratar ao vingamento do fruto e prosseguir os tratamentos até à maturação dos frutos em condições favoráveis à doença.

A persistência biológica do produto é de 7 a 10 dias, devendo usar o intervalo mais curto e a concentração mais elevada em condições de maior pressão da doença.

Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e ano, com este ou outro fungicida do grupo das anilinopirimidinas.

Consultar a indústria transformadora antes de usar o produto em fruta cuja produção se destina a processamento industrial.

Damasqueiro

Doenças Concentração
(g / hl)
alto volume
Condições de aplicação
Moniliose (Monilia laxa e Monilia fructigena) 30-50 g/hl
(dose máxima de 500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência, em condições favoráveis à moniliose das flores (Monilia laxa) tratar à floração e à queda das pétalas. Para protecção da moniliose dos frutos (Monilia fructigena), tratar ao vingamento do fruto e prosseguir os tratamentos até à maturação dos frutos em condições favoráveis à doença.

A persistência biológica do produto é de 7 a 10 dias, devendo usar o intervalo mais curto e a concentração mais elevada em condições de maior pressão da doença.

Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e ano, com este ou outro fungicida do grupo das anilinopirimidinas.

Consultar a indústria transformadora antes de usar o produto em fruta cuja produção se destina a processamento industrial.

Macieira

Doenças Concentração
(g / hl)
alto volume
Condições de aplicação
Pedrado (Venturia inaequalis) 30-50 g/hl
(dose máxima de 500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência, fazer a 1ª aplicação ao aparecimento da ponta verde das folhas e repetir nos estado de botão rosa ou de botão branco e prosseguir até ao fim da floração, ou ao aparecimento dos primeiros frutos.

A persistência biológica do produto é de 7 a 10 dias, devendo usar o intervalo mais curto e a concentração mais elevada em condições de maior pressão da doença.

Realizar no máximo 3 tratamentos, por cultura e ano, com este ou outro fungicida do grupo das anilinopirimidinas.

Nectarina

Doenças Concentração
(g / hl)
alto volume
Condições de aplicação
Moniliose (Monilia laxa e Monilia fructigena) 30-50 g/hl
(dose máxima de 500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência, em condições favoráveis à moniliose das flores (Monilia laxa) tratar à floração e à queda das pétalas. Para protecção da moniliose dos frutos (Monilia fructigena), tratar ao vingamento do fruto e prosseguir os tratamentos até à maturação dos frutos em condições favoráveis à doença.

A persistência biológica do produto é de 7 a 10 dias, devendo usar o intervalo mais curto e a concentração mais elevada em condições de maior pressão da doença.

Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e ano, com este ou outro fungicida do grupo das anilinopirimidinas.

Consultar a indústria transformadora antes de usar o produto em fruta cuja produção se destina a processamento industrial.

Pereira

Doenças Concentração
(g / hl)
alto volume
Condições de aplicação
Pedrado (Venturia pyrina) 30-50 g/hl
(dose máxima de 500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência, fazer a 1ª aplicação ao aparecimento da ponta verde das folhas e repetir nos estado de botão rosa ou de botão branco e prosseguir até ao fim da floração, ou ao aparecimento dos primeiros frutos.

A persistência biológica do produto é de 7 a 10 dias, devendo usar o intervalo mais curto e a concentração mais elevada em condições de maior pressão da doença.

Realizar no máximo 3 tratamentos, por cultura e ano, com este ou outro fungicida do grupo das anilinopirimidinas.

Pessegueiro

Doenças Concentração
(g / hl)
alto volume
Condições de aplicação
Moniliose (Monilia laxa e Monilia fructigena) 30-50 g/hl
(dose máxima de 500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência, em condições favoráveis à moniliose das flores (Monilia laxa) tratar à floração e à queda das pétalas. Para protecção da moniliose dos frutos (Monilia fructigena), tratar ao vingamento do fruto e prosseguir os tratamentos até à maturação dos frutos em condições favoráveis à doença.

A persistência biológica do produto é de 7 a 10 dias, devendo usar o intervalo mais curto e a concentração mais elevada em condições de maior pressão da doença.

Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e ano, com este ou outro fungicida do grupo das anilinopirimidinas.

Consultar a indústria transformadora antes de usar o produto em fruta cuja produção se destina a processamento industrial.

Classificação, rotulagem e embalagem (CRE)

  • GHS09

Avisos legais

Declarações de precaução

  • Para evitar o desenvolvimento de resistências, realizar no máximo 2 tratamentos em prunóideas e 3 tratamentos em pomóideas, por cultura e ano, com este ou outro fungicida do grupo das anilinopirimidinas.
  • Se durante as 2 horas que se seguem à aplicação do CHORUS 50 WG se verificar queda de chuva, deve repetir-se o tratamento, pois o produto não teve tempo para penetrar nos orgãos vegetativos a proteger.
  • Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
  • Se for necessário consultar um médico, mostre-lhe a embalagem ou o rótulo.
  • Ler o rótulo antes da utilização.
  • Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • Recolher o produto derramado.
  • Eliminar o conteúdo/ embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • Ficha de segurança fornecida a pedido.
  • Contém ciprodinil. Pode provocar uma reacção alérgica.
  • Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 15 metros em relação às águas de superfície.
  • Intervalo de Segurança - 7 dias em ameixeira, cerejeira, damasqueiro, nectarina, pessegueiro e 21 dias em macieira e pereira.
  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 808 250 143
  • A embalagem vazia não deverá ser lavada, sendo completamente esgotada do seu conteúdo, inutilizada e colocada em sacos de recolha, devendo estes serem entregues num centro de recepção autorizado.

Modo de Preparação da Calda e Utilização

Na preparação da calda deitar metade da água necessária. Juntar a quantidade de produto a utilizar e completar o volume de água, agitando sempre.

Evitar deixar a calda em repouso.

Calibrar correctamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda no alvo biológico pretendido.

Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).

Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a respeitar a dose.

O CHORUS 50 WG® não é corrosivo. No entanto, depois de cada tratamento, deve-se lavar o material de aplicação e passar várias vezes com água simples após a prévia remoção dos bicos e dos crivos, que devem ser lavados separadamente.

Persistência de Ação

Apresenta uma persistência de ação, preventiva, de 7 a 10 dias.

  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 808 250 143

  • Protecção Integrada

    Segundo a Directiva do Uso Sustentável (Directiva 2009/128/CE) que foi transposta para a Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Protecção Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumprido esses príncipios gerais, todos os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos das culturas são passíveis de ser utilizados em Protecção Integrada.

    Intervalo de Segurança

    Cultura IS (dias)
    Maçã 21
    Pêra
    Pêssego 7
    Damasco
    Nectarina
    Ameixa
    Cereja

    L.M.R.

    Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU: http://ec.europa.eu/food/plant/pesticides/eu-pesticides-database/public/?event=activesubstance.selection&language=EN