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Cuprocol

Ultima atualização:
22.09.2017

Fungicida

Protecção de culturas

Número de autorização: 
3511
Embalagems: 
1 l
5 l
Composição: 
Fórmula: 
Suspensão concentrada

Fungicida de acção preventiva com amplo espectro de acção homologado em várias culturas.

Ameixeira

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego

Lepra (Taphrina pruni, Taphrina deformans, Taphrina wiesneri)

Crivado (Wilsonomyces carpophylus)

200-700 Realizar uma aplicação à queda das folhas usando a concentração mais elevada. Repetir ao entumescimento dos gomos usando a concentração mais baixa. Prosseguir os tratamentos com um fungicida não cúprico homologado para estas finalidades. No pessegueiro na aplicação ao entumescimento dos gomos usar grandes volumes de calda mas evitar pulverizações a altas pressões para não destacar os gomos.

Amendoeira

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego

Lepra (Taphrina pruni, Taphrina deformans, Taphrina wiesneri)

Crivado (Wilsonomyces carpophylus)

200-700 Realizar uma aplicação à queda das folhas usando a concentração mais elevada. Repetir ao entumescimento dos gomos usando a concentração mais baixa. Prosseguir os tratamentos com um fungicida não cúprico homologado para estas finalidades. No pessegueiro na aplicação ao entumescimento dos gomos usar grandes volumes de calda mas evitar pulverizações a altas pressões para não destacar os gomos.
Moniliose (Monilia laxa, Monilia fructigena) 300 Efectuar uma aplicação ao entumescimento dos gomos. Prosseguir os tratamentos com um fungicida não cúprico homologado para esta finalidade. No pessegueiro na aplicação ao entumescimento dos gomos usar grandes volumes de calda mas evitar pulverizações a altas pressões para não destacar os gomos.
Cancro bacteriano (Pseudomonas syringae pv. syringae) 500 Efectuar 3 tratamentos, respectivamente, no início, meio e fim da queda das folhas.

Cerejeira

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego

Lepra (Taphrina pruni, Taphrina deformans, Taphrina wiesneri)

Crivado (Wilsonomyces carpophylus)

200-700 Realizar uma aplicação à queda das folhas usando a concentração mais elevada. Repetir ao entumescimento dos gomos usando a concentração mais baixa. Prosseguir os tratamentos com um fungicida não cúprico homologado para estas finalidades. No pessegueiro na aplicação ao entumescimento dos gomos usar grandes volumes de calda mas evitar pulverizações a altas pressões para não destacar os gomos.
Moniliose (Monilia laxa, Monilia fructigena) 300 Efectuar uma aplicação ao entumescimento dos gomos. Prosseguir os tratamentos com um fungicida não cúprico homologado para esta finalidade. No pessegueiro na aplicação ao entumescimento dos gomos usar grandes volumes de calda mas evitar pulverizações a altas pressões para não destacar os gomos.
Cancro bacteriano (Pseudomonas syringae pv. syringae) 500 Efectuar 3 tratamentos, respectivamente, no início, meio e fim da queda das folhas.

Citrinos

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego

Míldio (Phytophthora sp.)

Queimado ou pinta negra (Pseudomonas syringae pv. Syringae)

200-400 Iniciar os tratamentos no Outono quando se verificar um abaixamento da temperatura e surgirem as primeiras chuvas fortes. Repetir a intervalos de 3 a 4 semanas, enquanto o tempo decorrer frio e húmido. Normalmente 3 aplicações são suficientes, a primeira em meados de Novembro, a segunda em fins de Dezembro e a terceira em princípios de Fevereiro. As aplicações devem ser efetuadas pulverizando bem o tronco e as abas das árvores.

Damasqueiro

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego
Crivado (Wilsonomyces carpophylus) 200-700 Realizar uma aplicação à queda das folhas usando a concentração mais elevada. Repetir ao entumescimento dos gomos usando a concentração mais baixa. Prosseguir os tratamentos com um fungicida não cúprico homologado para esta finalidade.
Moniliose (Monilia laxa, Monilia fructigena) 300 Efetuar uma aplicação ao entumescimento dos gomos. Prosseguir os tratamentos com um fungicida não cúprico homologado para esta finalidade. No pessegueiro na aplicação ao entumescimento dos gomos usar grandes volumes de calda mas evitar pulverizações a altas pressões para não destacar os gomos.

Ginjeira

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego
Moniliose (Monilia laxa, Monilia fructigena) 300 Efectuar uma aplicação ao entumescimento dos gomos. Prosseguir os tratamentos com um fungicida não cúprico homologado para esta finalidade. No pessegueiro na aplicação ao entumescimento dos gomos usar grandes volumes de calda mas evitar pulverizações a altas pressões para não destacar os gomos.
Cancro bacteriano (Pseudomonas syringae pv. syringae) 500 Efectuar 3 tratamentos, respectivamente, no início, meio e fim da queda das folhas.

Macieira

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego

Pedrado (Venturia inaequalis)

300-400 Efetuar os tratamentos de acordo com o Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência tratar ao aparecimento da ponta verde das folhas, usando a concentração mais baixa. Não aplicar após a ponta verde das folhas.
Efetuar os restantes tratamentos contra o pedrado por exemplo com CHORUS 50 WG e SCORE 250 EC.
Moniliose (Monilia laxa, Monilia fructigena) 300-400 Efetuar os tratamentos de acordo com o Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência realizar uma aplicação no estado de repouso vegetativo usando a concentração mais elevada. Tratar ao aparecimento da ponta verde das folhas, usando a concentração mais baixa. Não aplicar após a ponta verde das folhas.
Cancro ou néctria (Nectria galligena) 400 Efetuar 3 tratamentos respetivamente no início, meio e fim da queda das folhas. Nunca aplicar após o início da ponta verde das folhas.

Morangueiro

Doenças Utilização ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego

Mancha encarnada (Mycosphaerella fragaria)

Mancha castanha (Zythia fragariae)

Ar livre e estufa 350 Realizar 2 tratamentos antes da floração.

Nespereira

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego
Pedrado (Spilocaea eribotryae) 300-400 Iniciar os tratamentos um pouco antes da floração. Repetir à queda das pétalas e sempre que as condições climáticas e a evolução da doença o justifiquem, a intervalos de 2 a 3 semanas até ao início da mudança de cor dos frutos.

Oliveira

Doenças ml / hl Época de aplicação / Modo de emprego

Gafa (Colletotrichum gloeosporioides)

Cercosporiose (Mycocentrospora cladosporioides)

Olho de pavão (Spilocaea oleaginea)

300 Realizar o primeiro tratamento antes da queda das primeiras chuvas outonais. Se as condições climáticas decorrerem favoráveis ao desenvolvimento da doença, repetir o tratamento passadas cerca de 3 semanas. Poderá ser necessário realizar tratamentos na Primavera, para o combate ao olho de pavão, com produtos aprovados para a finalidade.

Classificação, rotulagem e embalagem (CRE)

  • GHS05

  • GHS07

  • GHS09

Avisos legais

Declarações de precaução

  • O CUPROCOL tem acção profilática sobre bacterioses.
  • O CUPROCOL pode causar fitotoxicidade se for aplicado com tempo frio e chuvoso. Não aplicar em pereiras e macieiras após o aparecimento da ponta verde das folhas. Na cultivar “Golden delicious” realizar aplicações só durante o repouso vegetativo. No caso da ameixeira, amendoeira, pessegueiro, cerejeira e damasqueiro em virtude de possível fitotoxicidade não se deve aplicar o produto após a rebentação das árvores.
  • Pode provocar uma reacção alérgica cutânea.
  • Provoca lesões oculares graves.
  • Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
  • Evitar respirar as névoas.
  • Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • Usar luvas de proteção/vestuário de proteção/proteção ocular/proteção facial.
  • SE ENTRAR EM CONTACTO COM A PELE: lavar com sabonete e água abundantes.
  • SE ENTRAR EM CONTACTO COM OS OLHOS: enxaguar cuidadosamente com água durante vários minutos. Se usar lentes de contacto, retire-as, se tal lhe for possível. Continuar a enxaguar.
  • Contacte imediatamente um CENTRO DE INFORMAÇÃO ANTIVENENOS ou um médico.
  • Em caso de irritação ou erupção cutânea: consulte um médico.
  • Recolher o produto derramado.
  • Eliminar o conteúdo e a embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • Ficha de segurança fornecida a pedido.
  • Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • Impedir o acesso de animais às áreas tratadas durante pelo menos 3 semanas.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, não aplicar em terrenos agrícolas adjacentes a águas de superfície.
  • Depois da utilização do produto, lavar todo o vestuário de proteção.
  • Intervalo de segurança - 7 dias.
  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos, Telef: 808 250 143
  • A embalagem vazia deverá ser lavada três vezes, fechada, inutilizada e colocada em sacos de recolha, devendo estes serem entregues num centro de receção Valorfito; as águas de lavagem deverão ser usadas na preparação da calda.

Modo de Preparação da Calda e Utilização

No recipiente onde se prepara a calda, deitar metade da água necessária. Agitar bem a embalagem até o produto ficar homogéneo. Numa vasilha juntar a quantidade de produto a utilizar com um pouco de água e agitar bem até obter uma mistura homogénea. Deitar esta mistura no recipiente e completar o volume de água, agitando sempre.

Para aplicação em culturas arbustivas e arbóreas:
Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura do trabalho (distância entrelinhas).
Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto proporcionalmente ao volume de água distribuido por ha, pelo pulverizador, de forma a respeitar a dose.

Persistência de Ação

O CUPROCOL possui uma persistência biológica de 2 a 3 semanas consoante as condições climáticas.

  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos, Telef: 808 250 143

  • Protecção Integrada

    Segundo a Directiva do Uso Sustentável (Directiva 2009/128/CE) que foi transposta para a Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Protecção Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumprido esses príncipios gerais, todos os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos das culturas são passíveis de ser utilizados em Protecção Integrada.

    Intervalo de Segurança

    Cultura Intervalo de Segurança (dias)
    Oliveira 7
    Vinha
    Macieira
    Pereira
    Nespereira
    Ameixeira
    Damasqueiro
    Pessegueiro
    Cerejeira
    Ginjeira
    Citrinos
    Tomateiro
    Morangueiro
    Rúcula (6-8 folhas)
    Rúcula selvagem (6-8 folhas)
    Acelga (6-8 folhas)
    Couve brócolo
    Couve-flor
    Romãzeira -
    Kiwi --

    LMR

    Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU: http://ec.europa.eu/food/plant/pesticides/eu-pesticides-database/public/?event=activesubstance.selection&language=EN