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Ortiva Top

Ultima atualização:
05.10.2018

Fungicida

Proteção de culturas

Authorisation Number: 
245
Pack size: 
1 l e 5 l
Composition: 
Formulation: 
Suspensão concentrada

O ORTIVA TOP é um fungicida sistémico, constituído por duas substâncias ativas: a azoxistrobina (Qol) e o difenoconazol (DMI).

A azoxistrobina é um fungicida de largo espectro com um novo modo de ação.Inibe o eletrão de transporte do citocromo bc1 dentro da mitocôndria, resultando na paragem de formação de ATP com a consequente perda de energia do patogénio.O largo espectro de ação é o resultado desta ação bioquímica comum a todas as espécies de fungos patogénios. A ausência de ATP reflecte-se sobre todos os processos celulares consumidores de energia, muito particularmente nos estados de desenvolvimento dos fungos mais exigentes em energia, tais como a germinação e mobilidade dos esporos. Esta ação vai também incidir sobre o desenvolvimento do micélio e sobre a esporulação. Possui atividade essencialmente preventiva, anti-esporulante e alguma atividade curativa.

O difenoconazol actua ao nível da parede celular dos fungos, inibindo a biosíntese da ergosterol. Sistemia localizada típica dos triazóis.

O difenoconazol apresenta actividade essencialmente preventiva e curativa. Também apresenta ação anti-esporulante.

Abóborinha (courgette) e Pepino (Ar livre e estufa)

Oídio (Erysiphe cichoracearum)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

3 dias

Aipo (Ar livre)

Septoriose (Septoria apii)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Alcachofra (Ar livre)

Oídio (Erysiphe cichoracearum, Sphaerotheca fuliginea, Leveillula taurica)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

7 dias

Alho francês (ar livre)

Alternariose (Alternaria porri) e Ferrugem (Puccinia alli)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

21 dias

Arroz

Piriculariose (Pyricularia oryzae) e Helmintosporiose (Helminthosporium sp.)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

28 dias

Beringela (Ar livre e estufa)

Oídio (Leveillula taurica) e Alternária (Alternaria solani)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12 dias.

Realizar no máximo 1 aplicação em estufa e 2 aplicações ao ar livre.

7 dias (ar livre)
3 dias (estufa)

Cebola, Chalotas e Alho (Ar livre)

Alternariose (Alternaria porri) e Ferrugem (Puccinia alli)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença.

Realizar no máximo 1 aplicação.

14 dias

Cenoura (Ar livre)

Oídio (Erysiphe heraclei) e Alternariose (Alternaria dauci)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Couve-brócolo e Couve-flor (ar livre)

Alternária (Alternaria brassicae)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Couve-de- Bruxelas, Couves de repolho e Couves de folhas (Ar livre)

Alternária (Alternaria brassicae)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12-14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

21 dias

Ervilheira (Ar livre)

Ascoquita (Ascochyta pisi)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Espargos (Ar livre)

Ferrugem (Puccinia asparagi)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar sobre a planta, após a colheita dos espargos. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

-

Framboesa (Ar livre e estufa)

Oídio (Podosphaera sp.)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10-14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

3 dias

Meloeiro e Melancia (Ar livre e estufa)

Oídio (Erysiphe cichoracearum) e Cladiosporiose (Cladosporium cucumerinum)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 8-10 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

3 dias

Morangueiro (Ar livre e estufa)

Oídio (Podosphaera macularis)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10-14 dias.

Realizar no máximo 1 aplicação em estufa e 2 aplicações ao ar livre.

3 dias

Oliveira (azeitona de mesa e produção de azeite)

Olho de pavão (Spilocaea oleaginea)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

100 mL/hL (máximo de 1 L/ha)

Realizar 1 só aplicação em pré-floração, no início da Primavera quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença (BBCH 11-59).

-

Pimenteiro (Ar livre e estufa)

Oídio (Leveillula taurica) e Alternária (Alternaria solani)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12-14 dias.

Realizar no máximo 1 aplicação em estufa e 2 aplicações ao ar livre.

7 dias (ar livre)
3 dias (estufa)

Salsa

Septoriose (Septoria apii)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Tomateiro (Ar livre e estufa)

Oídio (Leveillula taurica), Alternária (Alternaria solani) e Cladosporiose (Fulvia fulva)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

 

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12 dias.

Realizar no máximo 1 aplicação em estufa e 2 aplicações ao ar livre.

7 dias (ar livre)
3 dias (estufa)

Classificação, rotulagem e embalagem (CRE)

  • GHS07

  • GHS09

Avisos legais

Declarações de precaução

  • Para evitar o desenvolvimento de resistências, não aplicar este produto ou qualquer outro que contenha Qol ou DMI, em mais do que 2 tratamentos ao ar livre, no conjunto das doenças e durante o ciclo cultural.
  • O ORTIVA TOP não deve ser aplicado nos locais onde comecem a verificar-se quebras de eficácia após as aplicações do produto ou de outros produtos com o mesmo modo de acção (Qol ou DMI) existentes no mercado.
  • O ORTIVA TOP poderá afectar algumas cultivares de macieira; deve evitar-se os arrastamentos da calda para pomares de macieira vizinhos e não utilizar o mesmo pulverizador.
  • Não é aconselhável a mistura de ORTIVA TOP com insecticidas ou acaricidas, com formulação de concentrado para emulsão em culturas de ar livre.
  • Não aplicar durante as três semanas a seguir à transplantação.
  • Não aplicar o produto em viveiros de plantas.
  • Pode provocar uma reacção alérgica cutânea.
  • Nocivo por inalação.
  • Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
  • Evitar respirar as poeiras/fumos/gases/névoas/vapores/ aerossóis.
  • Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • Usar luvas de proteção, vestuário de proteção.
  • EM CASO DE INALAÇÃO: retirar a vítima para uma zona ao ar livre e mantê-la em repouso numa posição que não dificulte a respiração.
  • Em caso de irritação ou erupção cutânea: consulte um médico.
  • Retirar a roupa contaminada e lavá-la antes de a voltar a usar.
  • Recolher o produto derramado.
  • Eliminar o conteúdo e a embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • Contém 1,2-benzisotiazol-3(2H)-one. Pode provocar uma reação alérgica.
  • Ficha de segurança fornecida a pedido.
  • Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 20 metros em oliveira em relação às águas de superfície. Sempre que possível utilizar bicos anti-deriva, que garantam pelo menos 75% de redução no arrastamento durante a aplicação do produto, podendo neste caso reduzir a zona não pulverizada para 10 metros, ou utilize bicos anti-deriva que garantam pelo menos 90% de redução no arrastamento durante a aplicação do produto não tendo assim de deixar zona não pulverizada.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 5 metros nas restantes culturas, em relação às águas de superfície.
  • Arejar as estufas tratadas até à secagem do pulverizado antes de nelas voltar a entrar.
  • Impedir o acesso de trabalhadores e pessoas às áreas tratadas até à secagem do pulverizado.
  • Após o tratamento lavar bem o material de proteção, tendo cuidado especial em lavar as luvas por dentro.
  • Na entrada dos trabalhadores às zonas tratadas após a aplicação, estes deverão usar luvas, camisa de mangas compridas e calças.
  • Usar luvas adequadas durante a preparação da calda e aplicação do produto. Usar vestuário de proteção durante a aplicação do produto.
  • Intervalo de Segurança – 3 dias em tomateiro, beringela, pimenteiro (estufa), morangueiro, meloeiro, melancia, abóborinha, pepino e framboesa; 7 dias em tomateiro, beringela, pimenteiro (ar livre) e alcachofra; 14 dias em aipo, alho, cebola, cenoura, chalotas, couve-brócolo, couve-flor, salsa e ervilheira; 21 dias em alho francês, couve-de-Bruxelas, couve-de-repolho, couve de folhas; 28 dias em arroz.
  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 808 250 143.
  • A embalagem vazia deverá ser lavada três vezes, fechada, inutilizada e colocada em sacos de recolha, devendo estes serem entregues num centro de receção Valorfito; as águas de lavagem deverão ser usadas na preparação da calda.
  • Os resultados da aplicação deste produto são suscetíveis de variar pela ação de fatores fora do nosso domínio pelo que apenas nos responsabilizamos pelas características previstas na Lei.

Modo de Preparação da Calda e Utilização

No recipiente onde se prepara a calda deitar metade da água necessária. Agitar bem a embalagem até o produto ficar homogéneo. Numa vasilha, juntar a quantidade de produto a utilizar com um pouco de água e agitar bem até obter uma mistura homogénea. Deitar esta mistura no recipiente e completar o volume de água, agitando sempre.

Para aplicação com barra de pulverização em culturas baixas:
Calibrar corretamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.
A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação, respeitando as doses indicadas.

Para aplicação em culturas arbustivas e arbóreas:
Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).
Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a respeitar a dose.

Volume de calda: 200 – 400 L/ha: arroz; 200-600 L/ha: salsa; 200 – 700 L/ha: ervilheira; 200 – 8000 L/ha: alho, alho francês, cebola, chalotas; 500 – 800 L/ha: aipo, cenoura; 200 – 1000 L/ha: couve-brócolo, couve-flor, couve-de-Bruxelas, couves de repolho, couves de folhas, tomateiro; 300 – 1000 L/ha: alcachofra, meloeiro, melancia; 500 – 1000 L/ha: aboborinha (courgette), beringela, espargos, framboesa, morangueiro, oliveira, pepino, pimenteiro.

  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 808 250 143.

  • Protecção Integrada

    Segundo a Directiva do Uso Sustentável(Directiva 2009/128/CE) que foi transposta para a Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Protecção Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumprido esses príncipios gerais, todos os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos das culturas são passíveis de ser utilizados em Protecção Integrada.

    Intervalo de Segurança

    CulturaIntervalo de Segurança (dias)
    Tomateiro7 - ar livre
    3 - estufa
    Beringela
    Pimenteiro
    Morangueiro
    Framboesa
    Meloeiro
    Melancia
    Abóborinha (courgette)
    Pepino
    3 - ar livre e estufa
    Arroz28
    Couve-de- Bruxelas
    Couves de repolho
    Couves de folhas
    Alho francês
    21
    Couve-brócolo
    Couve-flor
    Cebola
    Chalotas
    Alho
    Aipo
    Cenoura
    Ervilheira
    Salsa
    14
    Alcachofra
    Manga
    Ervilhas (fins industriais)
    7
    Papaia3
    Espargos-
    Oliveira (azeitona de mesa e produção de azeite)-

    L.M.R.

    Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU: http://ec.europa.eu/food/plant/pesticides/eu-pesticides-database/public/?event=activesubstance.selection&language=EN