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Switch

Ultima atualização:
27.09.2018

Fungicida

Proteção de culturas

Authorisation Number: 
1130
Pack size: 
250 g
300 g
1 kg
5 kg
Composition: 
Formulation: 
Grânulos dispersíveis

Fungicida sistémico e de superfície, indicado para combater a podridão cinzenta (Botrytis spp.) e a sclerotinia (Sclerotinia spp.), em diversas culturas; podridões de conservação dos frutos da macieira e pereira (Gloeosporium spp, Penicillium spp., Botrytis cinerea); Moniliose (Monilinia spp.) das prunóideas e oídio (Sphaerotheca sp., Erysiphe sp.) e Cladiosporiose (Cladosporium cucumerinum) do meloeiro.

O ciprodinil penetra na película dos bagos, nos tecidos verdes das folhas e nos cachos, ficando assim ao abrigo das chuvas ocorridas 2 horas após o tratamento, atuando ao nível da parede celular dos fungos, bloqueando a biossíntese da metionina, um aminoácido essencial.

O fludioxonil estimula a síntese do glicerol, um regulador da pressão osmótica intercelular. Provoca a hipertrofia e destruição das células do fungo. Esta substância atua essencialmente por contacto, possuindo também uma boa resistência à lavagem pelas chuvas, devido à sua translocação parcial na cutícula cerosa.  

Com esta combinação única, de duas substâncias ativas com modos de ação complementares consegue-se, por um lado, uma eficácia e uma persistência que garantem um controlo efetivo da podridão cinzenta.

Por outro lado, consegue-se ter uma ação secundária complementar sobre fungos dos géneros Penicillium, Aspergillus e Rhizopus.

Alface (ar livre e estufa)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.) e Sclerotiniose (Sclerotinia spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,6 Kg/ha

Aplicar preventivamente, quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 12 dias

7 dias

Beringela (estufa)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80 g/hL

Aplicar preventivamente desde a floração até próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias

3 dias (estufa)

Cebola (ar livre)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 Kg/ha

Aplicar preventivamente quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 14 dias

7 dias

Ervilheira (ar livre)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.) e Sclerotiniose (Sclerotinia spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Aplicar preventivamente desde a floração até próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 12 dias

28 dias

Feijão-verde (ar livre e estufa)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Aplicar preventivamente desde a floração até próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 12 dias

3 dias (estufa)

14 dias (ar livre)

Sclerotiniose (Sclerotinia spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Aplicar preventivamente quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 12 dias

3 dias (estufa)

14 dias (ar livre)

Funcho

Sclerotiniose (Sclerotinia spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80 g/hL

Aplicar preventivamente quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 12 dias

7 dias

Macieira

Podridões de conservação dos frutos (Botrytis spp., Penicillium, Gloeosporium spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Aplicar próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias

3 dias

Meloeiro (ar livre e estufa)

Oídio (Sphaerotheca sp, Erysiphe sp), Cladiosporiose (Cladosporium cucumerinum) e Podridão branca (Sclerotinia sp)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,8-1 Kg/ha

Aplicar preventivamente quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias

3 dias

Morangueiro (ar livre e estufa)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Ar livre e estufa

Aplicar preventivamente desde a floração até próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 3 aplicações com intervalo de 10 a 12 dias

1 dias (estufa)

2 dias (ar livre)

Pepino (ar livre e estufa)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80 g/hL

Aplicar preventivamente desde a floração até próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 12 dias

3 dias

Pereira

Estenfiliose (Stemphylium spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Aplicar desde a floração até próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 12 a 14 dias

3 dias

Podridões de conservação dos frutos (Botrytis spp., Penicillium, Gloeosporium spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Aplicar próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias

3 dias

Pessegueiro, Nectarina, Damasqueiro, Ameixeira e Cerejeira

Moniliose (Monilinia spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Realizar uma aplicação no início da floração, à queda das pétalas e ao vingamento do fruto, prosseguir os tratamentos até à maturação dos frutos, quando as condições são favoráveis à doença. Em condições de forte pressão da doença utilizar a concentração mais elevada

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias

14 dias (Pessegueiro, Nectarina e Damasqueiro)

7 dias (Ameixeira e Cerejeira)

Pimenteiro (estufa)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80 g/hL

Aplicar quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias

3 dias (estufa)

Plantas ornamentais: Gerbera, Roseira, Hortênsia, Amor-perfeito, Gerânio, Begónia e Prímula (ar livre e estufa)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Aplicar preventivamente quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento da doença

Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 12 dias

-

Tabaco

Sclerotiniose (Sclerotinia spp)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,6 Kg/ha

Aplicar preventivamente quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto são 10 a 12 dias

Máximo 1 aplicação

-

Tomateiro (estufa)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL

Aplicar preventivamente desde a floração até próximo da colheita, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Efetuar um tratamento em cada 3 anti-botrytis, praticar a alternância com fungicidas de outros grupos químicos

Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias

3 dias (estufa)

Videira (Uva de mesa e de vinificação)

Podridão cinzenta (Botrytis spp.) e Fungo produtor de acratoxina A (Aspergillus)
Dose máxima individualRecomendaçõesIntervalo de segurança

80-100 g/hL (máx. 1 Kg/ha)

Aplicar preventivamente na floração-alimpa e pintor, quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Em anos e/ou condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença, poderão efetuar-se aplicações ao fecho dos cachos e 3-4 semanas antes da colheita

Máximo de 2 aplicações

21 dias (uva de vinificação)

7 dias (uva de mesa)

Classificação, rotulagem e embalagem (CRE)

  • GHS07

  • GHS09

Avisos legais

Declarações de precaução

  • Pode provocar uma reação alérgica cutânea
  • Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros
  • Evitar respirar as poeiras
  • Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto
  • Usar luvas de proteção e vestuário de proteção
  • SE ENTRAR EM CONTACTO COM A PELE: lavar abundantemente com água e sabão
  • Em caso de irritação ou erupção cutânea: consulte um médico
  • Retirar a roupa contaminada e lavá-la antes de a voltar a usar
  • Recolher o produto derramado
  • Eliminar o conteúdo e a embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos
  • Ficha de segurança fornecida a pedido
  • Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 10 metros em relação às águas de superfície, em vinha e framboesa (ar livre)
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 15 metros em relação às águas de superfície, em pomóideas e prunóideas
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 10 metros em relação às águas de superfície, incluindo coberto vegetal, em morangueiro, feijão-verde, tomateiro, pepino, pimenteiro, meloeiro, gerbera, roseira, amor-perfeito
  • Arejar bem as estufas tratadas até à secagem do pulverizado, antes de nelas voltar a entrar
  • Na entrada dos trabalhadores às zonas tratadas estes deverão usar: camisa de mangas compridas, calças, meias e sapatos
  • O aplicador deverá usar: luvas de proteção na preparação da calda e manuseamento de superfícies contaminadas; luvas de proteção e vestuário de proteção durante a aplicação do produto
  • Impedir o acesso de trabalhadores e pessoas estranhas ao tratamento às zonas tratadas até à secagem do pulverizado
  • Após o tratamento lavar bem o material de proteção, tendo cuidado especial em lavar as luvas por dentro
  • Intervalo de Segurança – 1 dia em morangueiro (estufa); 2 dias em morangueiro (ar livre); 3 dias em beringela (estufa), feijão-verde (estufa), macieira, meloeiro, pepino, pereira, pimenteiro (estufa) e tomateiro (estufa); 7 dias em alface, ameixeira, cebola, cerejeira, framboesa, funcho e videira (uva de mesa); 14 dias em damasqueiro, feijão-verde (ar livre), nectarina e pessegueiro; 21 dias em videira (uvas para vinificação) e 28 dias em ervilheira
  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef.: 808 250 143
  • Embalagens rígidas: A embalagem vazia deverá ser lavada três vezes, fechada, inutilizada e colocada em sacos de recolha, devendo estes ser entregues num centro de receção Valorfito; as águas de lavagem deverão ser usadas na preparação da calda
  • Restantes embalagens: A embalagem vazia não deverá ser lavada, sendo completamente esgotada do seu conteúdo, inutilizada e colocada em sacos de recolha, sempre que possível, devendo estes serem entregues num centro de receção Valorfito

Modo de Preparação da Calda e Utilização

No recipiente onde se prepara a calda deitar metade da água necessária. Juntar a quantidade de produto a utilizar e completar o volume de água, agitando sempre.

Para aplicação com barra de pulverização em culturas baixas:

Calibrar correctamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.

A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação, respeitando as doses indicadas.

Para aplicação em culturas arbustivas e arbóreas:

Calibrar correctamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda no alvo biológico pretendido.

Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).

Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a respeitar a dose.

Volumes de calda a utilizar: 250 a 800 L/ha – cebola; 300 a 1000 L/ha – alface; 500 a 1000 L/ha – meloeiro e morangueiro; 600 a 1000 L/ha – ameixeira, cerejeira, damasqueiro, nectarina, pessegueiro e tabaco; 700 a 1000 L/ha – ervilheira e tomateiro; 800 a 1000 L/ha – funcho, videira e pereira; 1000 L/ha – beringela, feijão-verde, framboesa, macieira, pepino, pimenteiro e plantas ornamentais.

O SWITCH 62.5 WG não é corrosivo. No entanto, depois de cada aplicação, deve-se lavar o material utilizado e passar várias vezes com água simples, depois da prévia remoção dos bicos e dos crivos, que devem ser lavados separadamente.

Precauções Biológicas

- Para evitar o desenvolvimento de resistências, realizar no máximo:

            - 3 tratamentos, no conjunto das doenças, em morangueiro, framboesa e tomateiro.
            - 2 tratamentos, no conjunto das doenças, em videira, pereira, macieira, nectarina, pessegueiro, damasqueiro, ameixeira, cerejeira, ervilheira, feijoeiro, beringela, pimento, pepino, meloeiro, cebola e plantas ornamentais.

Com este fungicida ou qualquer outro do grupo das anilinopirimidinas.

- Alternar o uso do produto com fungicidas de outros grupos químicos.
- Em fruteiras respeitar o limite máximo de 2 tratamentos com produtos que contenham fenilpirrol e 3 tratamentos com anilinopirimidinhas.
- Este produto não deve aplicar-se nos locais onde se verifiquem quebras de eficácia.

  • Centro de informação anti-venenos: 808 250 143

  • Protecção Integrada

    Segundo a Directiva do Uso Sustentável (Directiva 2009/128/CE) que foi transposta para a Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Protecção Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumprido esses príncipios gerais, todos os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos das culturas são passíveis de ser utilizados em Protecção Integrada.

    Intervalo de Segurança

    CulturaIS (dias)
    Ameixeira7
    Amora7
    Abóbora14
    Acelga
    (6-8 folhas)
    14
    Alface14
    Alface
    (6-8 folhas)
    14
    Alface-de-cordeiro
    (6-8 folhas)
    14
    Beringela3
    Cebola7
    Cerejeira7
    Courgette (aboborinha)14
    Damasqueiro14
    Ervilheira28
    Escarola14
    Espinafre
    (6-8 folhas)
    14
    Estrelícias---
    Eucalipto (viveiros)---
    Faveira14
    Feijão verde3 – Estufa
    14 – Ar Livre
    Framboesa7
    Funcho7
    Lantana---
    Macieira3
    Meloeiro3
    Morangueiro7
    Nectarina14
    Orquídeas---
    Pepino3
    Pereira3
    Pessegueiro14
    Pimenteiro3 (estufa)
    Próteas---
    Tomateiro7
    Tomateiro arbóreo14
    Rúcula
    (6-8 folhas)
    14
    Rúcula selvagem
    (6-8 folhas)
    14
    Videira21 dias (uva de vinificação)
    14 dias (uva de mesa)

    L.M.R.

    Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU: http://ec.europa.eu/food/plant/pesticides/eu-pesticides-database/public/?event=activesubstance.selection&language=EN