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Ridomil Gold R WG

Ridomil Gold R WG

Ultima atualização:
05.10.2018

Fungicida

Proteção de culturas

Authorisation Number: 
685
Pack size: 
5 kg
Composition: 
Formulation: 
Grânulos dispersíveis em água (WG)

Fungicida sistémico e de contacto indicado para o combate ao míldio em videira, tomateiro, batateira, alface e semelhantes, plantas aromáticas frescas, cebola, couve-flor, couve-brócolo, melão e melancia.

O RIDOMIL GOLD® R WG é um fungicida sistémico e de contacto com ação preventiva e curativa, constituído por duas substâncias ativas: metalaxil-M e cobre (sob a forma de oxicloreto de cobre). O metalaxil-M pertence ao grupo químico das fenilamidas (CAA), inibe o crescimento micelial do fungo e a formação dos esporos, após penetração nos tecidos vegetais. Sendo sistémico, circula na seiva e protege todas as partes da planta incluindo os novos crescimentos. O oxicloreto de cobre, pertence ao grupo químico dos cobres e atua ao nível da membrana celular do esporo do fungo, traduzindo-se da desnaturação da estrutura proteica. Possui atividade preventiva.

Agrião de sequeiro, Brássicas baby leaf, Ervas aromáticas frescas (Alecrim, Angélica, Arruda, Azedas, Borragem, Calêndula, Cebolinho, Cerefólio, Estragão, Feno-Grego, Hissopo, Manjericão, Nastúrcio, Salsa, Segurelha, Tomilho, Urtiga) (ar livre)

Míldio (Bremia lactucae) e Alternária (Alternaria spp.)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurançaComentário

500 g/hL
ou
5 Kg/ha

Iniciar os tratamentos quando as condições ambientais forem favoráveis ao aparecimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 a 14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes,  alta pressão da doença).

Não efetuar mais de 2 tratamentos com este produto ou com outros fungicidas do grupo das fenilamidas.

10 dias (Brássicas baby leaf e Ervas aromáticas frescas)

20 dias (Agrião de sequeiro)

A presença de cobre proporciona um efeito secundário, sobre infeções causadas por bactérias.

Alface, Alface-de-cordeiro, Escarola, Rúcula (ar livre e estufa)

Míldio (Bremia lactucae) e Alternária (Alternaria spp.)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurançaComentário

500 g/hL
ou
5 Kg/ha

Iniciar os tratamentos quando as condições ambientais forem favoráveis ao aparecimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 a 14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes,  alta pressão da doença).

Não efetuar mais de 2 tratamentos com este produto ou com outros fungicidas do grupo das fenilamidas.

10 dias em Alface

10 dias em Alface-de-cordeiro

20 dias em Escarola (ar livre)

14 dias em Rúcula (ar livre)

28 dias em Escarola (cultura protegida)

28 dias em Rúcula (cultura protegida)

A presença de cobre proporciona um efeito secundário, sobre infeções causadas por bactérias.

Batata

Míldio (Phytophthora infestans)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurançaComentário

500 g/hL
ou
5 Kg/ha

 

Realizar os tratamentos de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos. Na sua ausência, devem realizar-se quando as condições ambientais forem favoráveis ao aparecimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 a 14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença).

Não efetuar mais de 2 tratamentos com este produto ou com outros fungicidas do grupo das fenilamidas.

14 dias

A presença de cobre proporciona um efeito secundário, sobre infeções causadas por bactérias.

Cebola

Míldio (Peronospora destructor) e Alternária (Alternaria porri)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurançaComentário

500 g/hL
ou
5 Kg/ha

Iniciar os tratamentos quando as condições ambientais forem favoráveis ao aparecimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 a 14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes,  alta pressão da doença).

Não efetuar mais de 2 tratamentos com este produto ou com outros fungicidas do grupo das fenilamidas.

14 dias

A presença de cobre proporciona um efeito secundário, sobre infeções causadas por bactérias.

Couve-brócolo e Couve-flor

Míldio (Peronospora parasitica) e Alternária (Alternaria brassicae)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurançaComentário

500 g/hL
ou
5 Kg/ha

Iniciar os tratamentos quando as condições ambientais forem favoráveis ao aparecimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 a 14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes,  alta pressão da doença).

Não efetuar mais de 2 tratamentos com este produto ou com outros fungicidas do grupo das fenilamidas.

21 dias

A presença de cobre proporciona um efeito secundário, sobre infeções causadas por bactérias.

Melancia, Melão (ar livre e estufa)

Míldio (Peronospora cubensis) e Alternária (Alternaria cucumerina)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurançaComentário

470 g/hl
ou
4,7 Kg/ha

Iniciar os tratamentos quando as condições ambientais forem favoráveis ao aparecimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 a 14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes,  alta pressão da doença).

Não efetuar mais de 2 tratamentos com este produto ou com outros fungicidas do grupo das fenilamidas.

3 dias

A presença de cobre proporciona um efeito secundário, sobre infeções causadas por bactérias.

Tomate (ar livre e estufa)

Míldio (Phytophthora infestans)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurançaComentário

500 g/hL
ou
5 Kg/ha

Iniciar os tratamentos quando as condições ambientais forem favoráveis ao aparecimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 a 14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença).

Não efetuar mais de 2 tratamentos com este produto ou com outros fungicidas do grupo das fenilamidas.

3 dias

A presença de cobre proporciona um efeito secundário, sobre infeções causadas por bactérias.

Videira

Míldio (Plasmopara viticola)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurançaComentário

500 g/hL
ou
5 Kg/ha

Realizar os tratamentos de acordo com as indicações do Serviço Nacional de Avisos. Na sua ausência, devem realizar-se quando as condições ambientais forem favoráveis ao aparecimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 a 14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença).

Não efetuar mais de 2 tratamentos com este produto ou com outros fungicidas do grupo das fenilamidas.

20 dias

A presença de cobre proporciona um efeito secundário, sobre infeções causadas por bactérias.

Classificação, rotulagem e embalagem (CRE)

  • GHS07

Avisos legais

Declarações de precaução

  • Para evitar o desenvolvimento de resistências não efetuar mais do que 2 tratamentos fungicidas com o Ridomil Gold R WG ou outros fungicidas do grupo das fenilamidas.
  • O Ridomil Gold R WG não deve ser aplicado em locais onde se comecem a verificar quebras de eficácia após as aplicações do produto ou de outros produtos com o mesmo modo de ação (CAA), existentes no mercado.
  • Não utilizar o Ridomil Gold R WG em viveiros de videiras.
  • O Ridomil Gold R WG pode provocar sintomas de fitotoxicidade em algumas variedades de videiras, particularmente nas sensíveis ao cobre.
  • Não utilizar o Ridomil Gold R WG durante o período de floração.
  • Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
  • Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • Recolher o produto derramado.
  • Eliminar o conteúdo/embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • Ficha de segurança fornecida a pedido.
  • Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, não aplicar em terrenos agrícolas adjacentes a águas de superfície.
  • Intervalo de Segurança – 3 dias em cebola, melancia, melão e tomate; 7 dias em alface, alface-de-cordeiro, manjericão, rúcula, acelga, espinafre, chicória, agrião, salsa, alecrim, azedas, angélica, cerefólio, borragem, calêndula, estragão, cebolinho, feno-grego, hissopo, camomila, capuchinha, urtiga, anis, arruda, satureja, aspérgula, tomilho; 14 dias em batata; 20 dias em couve-brócolo, couve-flor e videira.
  • Em caso de intoxicação, contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef. 808 250 143
  • A embalagem vazia deverá ser lavada três vezes, fechada, inutilizada e colocada em sacos de recolha, devendo estes serem entregues num centro de receção Valorfito; as águas de lavagem deverão ser usadas na preparação da calda.

Modo de Preparação da Calda e Utilização

No recipiente onde se prepara a calda, deitar metade da água necessária.
Juntar a quantidade de produto a utilizar e completar o volume de água, agitando sempre.

Para aplicação com barra de pulverização em culturas baixas:

Calibrar corretamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.
A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação, respeitando as doses indicadas.

Para aplicação em culturas arbustivas e arbóreas:

Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).
Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a respeitar a dose.

  • Em caso de intoxicação, contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef. 808 250 143

  • Protecção Integrada

    Segundo a Directiva do Uso Sustentável (Directiva 2009/128/CE) que foi transposta para a Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Proteção Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumpridos esses príncipios gerais, todos os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos das culturas são passíveis de ser utilizados em Proteção Integrada.

    Intervalo de Segurança

    CulturaIntervalo de segurança (dias)
    Cebola14
    Melancia3
    Melão3
    Tomate3
    Alface10
    Alface-de-cordeiro10
    Manjericão10
    Rúcula

    14 (ar livre)
    28 (cultura protegida)

    Escarola

    20 (ar livre)
    28 (cultura protegida)

    Acelga7
    Espinafre7
    Chicória7
    Agrião20
    Salsa10
    Alecrim10
    Azedas10
    Angélica10
    Cerefólio7
    Borragem10
    Calêndula10
    Estragão10
    Cebolinho10
    Feno Grego10
    Hissopo10
    Camomila7
    Capuchinha7
    Urtiga10
    Anis7
    Arruda10
    Satureja7
    Aspérgula7
    Tomilho10
    Batata14
    Couve-flor21
    Couve-brócolo21
    Videira20

    L.M.R.

    Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU: http://ec.europa.eu/food/plant/pesticides/eu-pesticides-database/public/?event=activesubstance.selection&language=EN