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Topaze

Ultima atualização:
22.09.2021

Fungicida

Proteção de culturas

Authorisation Number: 
625
Pack size: 
70 ml
1 l
Composition: 
Formulation: 
Concentrado para emulsão

Fungicida sistémico, com atividade preventiva e curativa indicado para combater os oídios da videira, pessegueiro, damasqueiro, nectarina, macieira, marmeleiro, morangueiro, pepino, meloeiro, melancia, abóbora, courgete, cornichões, pimento, tomateiro, beringela, alcachofra e ornamentais.

O TOPAZE® é um fungicida sistémico com atividade preventiva e curativa, constituído pela substância ativa penconazol, que pertence ao grupo químico dos triazóis. O penconazol inibe a biossíntese dos esteróis na demetilação (DMI).

Abóbora, Pepino, Meloeiro, Melancia, Courgette, Cornichões (pepininhos) (ar livre e estufa)

Oídio (Erysiphe cichoracearum, Sphaerotheca fuliginea)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

35 - 50 mL/hL
(máximo de 0,5 L/ha)

500 a 1000 L/ha

Aplicar a concentração mais alta, em condições de maior pressão da doença.

Iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem 3 a 5 folhas definitivas e prosseguir os tratamentos se as condições climáticas forem favoráveis à doença. A persistência biológica do produto é de 10-14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

3 dias

Alcachofra

Oídio (Leveillula taurica)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

500 a 1000 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, prosseguir os tratamentos enquanto as condições climáticas forem favoráveis à doença. A persistência biológica do produto é de 10-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo  2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

14 dias

Begónia

Oídio (Erysiphe sp.)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, e em condições favoráveis às doença. A persistência biológica do produto é de 7-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

-

Calêndula

Oídio (Oidium sp.) e Ferrugem (Puccinia sp.)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, e em condições favoráveis às doença. A persistência biológica do produto é de 7-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

-

Craveiro

Ferrugem (Puccinia sp.)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, e em condições favoráveis às doença. A persistência biológica do produto é de 7-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

-

Crisântemo

Oídio (Oidium sp.) e Ferrugem (Puccinia horiana)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, e em condições favoráveis às doença. A persistência biológica do produto é de 7-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

-

Dália

Oídio (Sphaerotheca sp.)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, e em condições favoráveis às doença. A persistência biológica do produto é de 7-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença).

Realizar no máximo  2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

-

Macieira e Marmeleiro

Oídio (Podosphaera leucotricha)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

50 mL/hL
(máximo de 0,5 L/ha)

500 a 1500 L/ha

Iniciar as aplicações desde o abrolhamento dos gomos até ao fim do crescimento dos rebentos. A persistência biológica do produto é de 12-14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença).

Realizar no máximo 3 tratamentos com este produto. Por ano e no conjunto das doenças, realizar no máximo 4 aplicações com fungicidas do grupo dos DMI.

14 dias

Morangueiro (ar livre e estufa)

Oídio (Podosphaera aphanis)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, prosseguir os tratamentos enquanto as condições climáticas forem favoráveis à doença. A persistência biológica do produto é de 10-14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

3 dias

Pelargónio

Ferrugem (Puccinia pelargonii-zonalis)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, e em condições favoráveis às doença. A persistência biológica do produto é de 7-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

-

Pessegueiro, Nectarina e Damasqueiro

Oídio (Sphaerotheca pannosa)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

50 mL/hL
(máximo de 0,75 L/ha)

800 a 1500 L/ha

Iniciar os tratamentos após a floração, protegendo a cultura a partir do aparecimento dos primeiros sintomas até á colheita, quando as condições climáticas forem favoráveis à doença.

A persistência biológica do produto é de 12-14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença).

Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

14 dias

Pimenteiro (ar livre e estufa)

Oídio (Leveillula taurica)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

35 - 50 mL/hL
(máximo de 0,5 L/ha)

500 a 1000 L/ha

Aplicar a concentração mais alta, em condições de maior pressão da doença.

Iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem 3 a 5 folhas definitivas e prosseguir os tratamentos se as condições climáticas forem favoráveis à doença. A persistência biológica do produto é de 10-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

3 dias

Roseira

Oídio (Sphaerotheca pannosa) e Ferrugem (Phragmidium sp.)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

0,5 L/ha

500 a 1000 L/ha

Tratar preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas, e em condições favoráveis às doença. A persistência biológica do produto é de 7-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

-

Tomateiro e Beringela (ar livre e estufa)

Oídio (Leveillula taurica)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

35 - 50 mL/hL
(máximo de 0,5 L/ha)

300 a 1000 L/ha

Aplicar a concentração mais alta, em condições de maior pressão da doença.

Iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem 3 a 5 folhas definitivas e prosseguir os tratamentos se as condições climáticas forem favoráveis à doença. A persistência biológica do produto é de 10-12 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença). Realizar no máximo 2 tratamentos, por cultura e no conjunto das doenças, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

3 dias

Videira

Oídio (Erysiphe necator)
Dose máxima individualVolume de caldaRecomendaçõesIntervalo de segurança

30 mL/hL
(máximo de 0,3 L/ha)

400 a 1000 L/ha

Realizar os tratamentos de acordo com o Serviço Nacional de avisos Agrícolas. Na sua ausência iniciar as aplicações a partir do estado de cachos visíveis. A persistência biológica do produto é de 12-14 dias, sendo o intervalo mais curto usado em condições de maior risco (chuvas constantes, alta pressão da doença).

Realizar no máximo 3 tratamentos, posicionados até ao fecho dos cachos, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI.

14 dias

Classificação, rotulagem e embalagem (CRE)

  • GHS07

  • GHS08

  • GHS09

Avisos legais

Declarações de precaução

  • Provoca irritação ocular grave.
  • Suspeito de afectar o nascituro.
  • Tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
  • Pedir instruções específicas antes da utilização.
  • Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • Usar luvas de protecção/vestuário de protecção/protecção ocular/protecção facial.
  • SE ENTRAR EM CONTACTO COM OS OLHOS: enxaguar cuidadosamente com água durante vários minutos. Se usar lentes de contacto, retire-as, se tal lhe for possível. Continuar a enxaguar.
  • EM CASO DE exposição ou suspeita de exposição: consulte um médico.
  • Caso a irritação ocular persista: consulte um médico.
  • Recolher o produto derramado.
  • Eliminar o conteúdo/embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • Ficha de segurança fornecida a pedido.
  • Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 5 metros em pomares de prunóideas em relação às águas de superfície. Nas restantes culturas, não aplicar o fungicida em terrenos agrícolas adjacentes a águas de superfície. Sempre que possível, utilizar bicos anti-deriva que garantam, pelo menos, 50% de redução no arrastamento da calda durante a aplicação do produto.
  • Manter em local seco, ventilado e protegido dos raios solares.

Modo de Preparação da Calda e Utilização

Na preparação da calda deitar metade do volume de água adequado para a pulverização prevista. Deitar a quantidade de produto necessária e completar o volume de água pretendido, assegurando agitação contínua.

Para aplicação com barra de pulverização em culturas baixas:
Calibrar corretamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.
A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação, respeitando as doses indicadas.

Para aplicação em culturas arbustivas e arbóreas:
Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).
Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a respeitar a dose.

Volumes de calda: Videira: 400 a 1000 L/ha; Pessegueiro, Nectarina, Damasqueiro: 800 a 1500 L/ha; Macieira, Marmeleiro: 500 a 1500 L/ha; Morangueiro, Abóbora, Pepino, Meloeiro, Melancia, Courgete, Cornichões (pepininhos), Pimenteiro, Alcachofra, Ornamentais: 500 a 1000 L/ha; Tomateiro, Beringela: 300 a 1000 L/ha.

Precauções Biológicas

Tomateiro: consultar a indústria transformadora antes de usar  o produto em culturas cuja produção, se destina a processamento industrial.

Não se deve aplicar este produto em locais onde se verifiquem quebras de eficácia, após a aplicação repetida do mesmo.

Para evitar o desenvolvimento de resistências realizar no máximo, com este ou outro fungicida do grupo dos DMI's:

 - 4 tratamentos em macieira e marmeleiro;

 - 3 tratamentos em vinha;

 - 2 tratamentos em pessegueiro, nectarina, damasqueiro; meloeiro, melancia, pepino,  abóbora e courgete (ar livre e estufa); morangueiro (ar livre e estufa), alcachofra, pimenteiro, tomateiro e beringela (ar livre e estufa) e culturas ornamentais (ar livre e estufa).

Persistência de Ação

O penconazol mantém-se biologicamente ativo até próximo dos 14 dias.

  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 800 250 250

  • Protecção Integrada

    Segundo a Directiva do Uso Sustentável (Directiva 2009/128/CE) que foi transposta para a Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Protecção Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumprido esses príncipios gerais, todos os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos das culturas são passíveis de ser utilizados em Protecção Integrada.

    LMR

    Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU: https://ec.europa.eu/food/plant/pesticides_en