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Ampligo

Ampligo

Ultima atualização:
20.02.2020

Insecticida

Proteção de culturas

Authorisation Number: 
836
Pack size: 
1 l
5 l
Composition: 
Formulation: 
Suspensão de cápsulas em suspensão concentrada (ZC)

Inseticida foliar para controlo de afídeos e lagartas de lepidópteros no tomateiro, couve-brócolo, alface e alcachofra; traça e escaravelho da batateira; piral, sesâmia e lagartas de lepidópteros em milho e milho doce.

É um inseticida foliar com ação de ingestão e de contacto composto por duas substâncias ativas: o clorantraniliprol e a lambda-cialotrina. O clorantraniliprol é uma diamida antranilica (IRAC Moa 28), atua como modulador dos recetores de rianodina originando um bloqueio permanente na movimentação das lagartas. A lambda-cialotrina, é um piretróide (IRAC Moa 3) e atua como modulador do canal de sódio, interferindo ao nível do sistema nervoso central do inseto.

Alcachofra

Lagartas de lepidópteros (Chrysodeixis chalcites), Nóctuas (Spodoptera littoralis, Spodoptera exigua) e Afídeos (Brachycaudus cardui, Brachycaudus persicae, Macrosiphum sp.)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

300 mL/ha

200 a 1000 L/ha

Sempre que possível faça os tratamentos seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência efetuar o tratamento ao aparecimento da praga e/ou início dos estragos, desde o desenvolvimento das folhas até à colheita (BBCH 12-49).

Máximo de 2 tratamentos, com 7 dias de intervalo, se as aplicações forem consecutivas.

3 dias

Batateira

Traça da batata (Phthorimaea operculella) e Escaravelho da batata (Leptinotarsa decemlineata)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

300 mL/ha

300 a 800 L/ha

Sempre que possível faça os tratamentos seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência efetuar o tratamento ao aparecimento da praga e/ou início dos estragos, desde o desenvolvimento do caule principal até ao início da floração (BBCH 31-60).

Máximo de 2 tratamentos, com 8-10 dias de intervalo se as aplicações forem consecutivas.

14 dias

Couve-brócolo (ar livre)

Traça da couve (Plutella xylostella), Nóctuas (Spodoptera littoralis, Spodoptera exígua), Lagarta da couve (Pieris brassicae), Afídeos (Brevicoryne brassicae, Lipaphis erysimi, Myzus persicae)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

400 mL/ha

200 a 1000 L/ha

Sempre que possível faça os tratamentos seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência efetuar o tratamento ao aparecimento da praga e/ou início dos estragos, desde o desenvolvimento das folhas até à colheita (BBCH 12-49).

Realizar apenas 1 tratamento.

10 dias

Milho e Milho doce

Piral do milho (Ostrinia nubilalis), Sesâmia (Sesamia nonagrioides) e Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

300 mL/ha

300 a 600 L/ha

Sempre que possível faça os tratamentos seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência efetuar o tratamento ao aparecimento da praga e/ou início dos estragos, desde o alongamento do caule até ao fim do desenvolvimento do fruto/maçaroca (BBCH 34-77).

Máximo de 2 tratamentos, com 7 dias de intervalo se as aplicações forem consecutivas.

14 dias

Tomateiro (ar livre)

Afídeos (Myzus persicae, Aphis gossypii, Aphis fabae, Macrosiphum euphorbiae)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

400 mL/ha

200 a 1000 L/ha

Sempre que possível faça os tratamentos seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência efetuar o tratamento ao aparecimento da praga e/ou início dos estragos, desde a emergência da inflorescência até à colheita (BBCH 51-89).

Máximo de 2 tratamentos, com 7 dias de intervalo, se as aplicações forem consecutivas.

3 dias

Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armígera), Nóctuas (Spodoptera littoralis Spodoptera exigua) e Traça do tomateiro (Tuta absoluta)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

400 mL/ha

200 a 1000 L/ha

Sempre que possível faça os tratamentos seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência efetuar o tratamento ao aparecimento das primeiras lagartas e/ou início dos estragos, desde a emergência da inflorescência até à colheita (BBCH 51-89).

Máximo de 2 tratamentos, com 7 dias de intervalo, se as aplicações forem consecutivas.

3 dias

Classificação, rotulagem e embalagem (CRE)

  • GHS07

  • GHS09

Avisos legais

Declarações de precaução

  • Nocivo por ingestão ou inalação.
  • Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
  • Evitar respirar as poeiras/fumos/gases/névoas/vapores/ aerossóis.
  • Lavar cuidadosamente as mãos após manuseamento.
  • Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • Utilizar apenas ao ar livre ou em locais bem ventilados.
  • EM CASO DE INGESTÃO: contacte imediatamente um CENTRO DE INFORMAÇÂO ANTIVENENOS ou um médico.
  • Em caso de indisposição, contacte um CENTRO DE INFORMAÇÃO ANTIVENENOS ou um médico.
  • NÃO provocar o vómito.
  • Recolher o produto derramado.
  • Armazenar em local fechado à chave.
  • Eliminar o conteúdo/embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • Ficha de segurança fornecida a pedido.
  • Pode provocar pele seca ou gretada, por exposição repetida.
  • Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada em relação às águas de superfície, de 5 metros em batateira e tomateiro e de 10 metros, com cobertura vegetal, em alface, alcachofra, couves, milho e milho doce.
  • Para proteção dos artrópodes não visados, respeitar uma zona não pulverizada em relação às zonas circunvizinhas, de 20 metros em tomateiro, 15 metros em batateira, 10 metros em alface, couves e 5 metros em alcachofra, milho e milho doce. Sempre que possível, utilizar bicos anti-deriva que garantam pelo menos 50% de redução no arrastamento de calda durante a aplicação do produto podendo reduzir as zonas não pulverizadas em 5 metros em relação às zonas circunvizinhas.
  • Perigoso para as abelhas. Para proteção das abelhas e de outros insetos polinizadores, não aplicar este produto durante a floração da cultura ou na presença de infestantes em floração.

Outras restrições de uso

Dado o risco intrínseco do aparecimento de resistências a qualquer inseticida, recomenda-se o uso de AMPLIGO® segundo um programa anti-resistência que compreenda a utilização de outros inseticidas com diferentes modos de ação.

Modo de Preparação da Calda e Utilização

No recipiente onde se prepara a calda deitar metade da água necessária. Juntar a quantidade de produto a utilizar e completar o volume de água, agitando sempre.

Para aplicação com barra de pulverização em culturas baixas:
Calibrar corretamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.
A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação, respeitando as doses indicadas.

Para aplicação em culturas arbustivas e arbóreas:
Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).

Volumes de calda: Alcachofra, Couve-brócolo, Tomateiro – 200 a 1000 L/ha; Batateira – 300 a 800 L/ha; Milho e Milho doce – 300 a 600 L/ha.

Precauções Biológicas

Dado o risco intrínseco do aparecimento de resistências a qualquer inseticida, recomenda-se o uso de AMPLIGO® segundo um programa anti-resistência que compreenda a utilização de outros inseticidas com diferentes modos de ação.

  • Em caso de intoxicação, contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 800 250 250.

  • Protecção Integrada

    Segundo a Directiva do Uso Sustentável (Directiva 2009/128/CE) que foi transposta para a Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Protecção Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumprido esses príncipios gerais, todos os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos das culturas são passíveis de ser utilizados em Protecção Integrada.

    LMR

    Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU: http://ec.europa.eu/food/plant/pesticides/eu-pesticides-database/public/?event=activesubstance.selection&language=EN