You are here

Share page with AddThis

Ortiva Top

Ultima atualização:
13.02.2020

Fungicida

Proteção de culturas

Authorisation Number: 
245
Pack size: 
1 l e 5 l
Composition: 
Formulation: 
Suspensão concentrada

Fungicida sistémico com atividade preventiva, curativa e anti- esporulante, para combate ao oídio, alternária e cladosporiose em várias culturas hortícolas.

O ORTIVA TOP é um fungicida sistémico, constituído por duas substâncias ativas: a azoxistrobina (Qol) e o difenoconazol (DMI).

A azoxistrobina é um fungicida de largo espectro com um novo modo de ação.Inibe o eletrão de transporte do citocromo bc1 dentro da mitocôndria, resultando na paragem de formação de ATP com a consequente perda de energia do patogénio.O largo espectro de ação é o resultado desta ação bioquímica comum a todas as espécies de fungos patogénios. A ausência de ATP reflecte-se sobre todos os processos celulares consumidores de energia, muito particularmente nos estados de desenvolvimento dos fungos mais exigentes em energia, tais como a germinação e mobilidade dos esporos. Esta ação vai também incidir sobre o desenvolvimento do micélio e sobre a esporulação. Possui atividade essencialmente preventiva, anti-esporulante e alguma atividade curativa.

O difenoconazol actua ao nível da parede celular dos fungos, inibindo a biosíntese da ergosterol. Sistemia localizada típica dos triazóis.

O difenoconazol apresenta actividade essencialmente preventiva e curativa. Também apresenta ação anti-esporulante.

Abóborinha (courgette) e Pepino (Ar livre e estufa)

Oídio (Erysiphe cichoracearum)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

3 dias

Aipo (Ar livre)

Septoriose (Septoria apii)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Alcachofra (Ar livre)

Oídio (Erysiphe cichoracearum, Sphaerotheca fuliginea, Leveillula taurica)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

7 dias

Alho francês (ar livre)

Alternariose (Alternaria porri) e Ferrugem (Puccinia alli)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

21 dias

Arroz

Piriculariose (Pyricularia oryzae) e Helmintosporiose (Helminthosporium sp.)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

28 dias

Beringela (Ar livre e estufa)

Oídio (Leveillula taurica) e Alternária (Alternaria solani)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12 dias.

Realizar no máximo 1 aplicação em estufa e 2 aplicações ao ar livre.

7 dias (ar livre)
3 dias (estufa)

Cebola, Chalotas e Alho (Ar livre)

Alternariose (Alternaria porri) e Ferrugem (Puccinia alli)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença.

Realizar no máximo 1 aplicação.

14 dias

Cenoura (Ar livre)

Oídio (Erysiphe heraclei) e Alternariose (Alternaria dauci)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Couve-brócolo e Couve-flor (ar livre)

Alternária (Alternaria brassicae)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Couve-de- Bruxelas, Couves de repolho e Couves de folhas (Ar livre)

Alternária (Alternaria brassicae)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12-14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

21 dias

Ervilheira (Ar livre)

Ascoquita (Ascochyta pisi)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Espargos (Ar livre)

Ferrugem (Puccinia asparagi)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar sobre a planta, após a colheita dos espargos. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

-

Framboesa (Ar livre e estufa)

Oídio (Podosphaera sp.)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10-14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

3 dias

Meloeiro e Melancia (Ar livre e estufa)

Oídio (Erysiphe cichoracearum) e Cladiosporiose (Cladosporium cucumerinum)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 8-10 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

3 dias

Morangueiro (Ar livre e estufa)

Oídio (Podosphaera macularis)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 10-14 dias.

Realizar no máximo 1 aplicação em estufa e 2 aplicações ao ar livre.

3 dias

Oliveira (azeitona de mesa e produção de azeite)

Olho de pavão (Spilocaea oleaginea)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

100 mL/hL (máximo de 1 L/ha)

Realizar 1 só aplicação em pré-floração, no início da Primavera quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença (BBCH 11-59).

-

Pimenteiro (Ar livre e estufa)

Oídio (Leveillula taurica) e Alternária (Alternaria solani)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12-14 dias.

Realizar no máximo 1 aplicação em estufa e 2 aplicações ao ar livre.

7 dias (ar livre)
3 dias (estufa)

Salsa

Septoriose (Septoria apii)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 14 dias.

Realizar no máximo 2 aplicações.

14 dias

Tomateiro (Ar livre e estufa)

Oídio (Leveillula taurica), Alternária (Alternaria solani) e Cladosporiose (Fulvia fulva)
Dose máxima individualVolume de águaRecomendaçõesIntervalo de segurança

1 L/ha

 

Aplicar preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas e quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. A persistência biológica do produto é de 12 dias.

Realizar no máximo 1 aplicação em estufa e 2 aplicações ao ar livre.

7 dias (ar livre)
3 dias (estufa)

Classificação, rotulagem e embalagem (CRE)

  • GHS07

  • GHS09

Avisos legais

Declarações de precaução

  • Pode provocar uma reacção alérgica cutânea.
  • Nocivo por inalação.
  • Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
  • Evitar respirar as poeiras/fumos/gases/névoas/vapores/ aerossóis.
  • Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • Usar luvas de proteção, vestuário de proteção.
  • EM CASO DE INALAÇÃO: retirar a vítima para uma zona ao ar livre e mantê-la em repouso numa posição que não dificulte a respiração.
  • Em caso de irritação ou erupção cutânea: consulte um médico.
  • Retirar a roupa contaminada e lavá-la antes de a voltar a usar.
  • Recolher o produto derramado.
  • Eliminar o conteúdo e a embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • Contém 1,2-benzisotiazol-3(2H)-one. Pode provocar uma reação alérgica.
  • Ficha de segurança fornecida a pedido.
  • Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 20 metros em oliveira em relação às águas de superfície. Sempre que possível utilizar bicos anti-deriva, que garantam pelo menos 75% de redução no arrastamento durante a aplicação do produto, podendo neste caso reduzir a zona não pulverizada para 10 metros, ou utilize bicos anti-deriva que garantam pelo menos 90% de redução no arrastamento durante a aplicação do produto não tendo assim de deixar zona não pulverizada.
  • Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 5 metros nas restantes culturas, em relação às águas de superfície.
  • Arejar as estufas tratadas até à secagem do pulverizado antes de nelas voltar a entrar.
  • Impedir o acesso de trabalhadores e pessoas às áreas tratadas até à secagem do pulverizado.
  • Após o tratamento lavar bem o material de proteção, tendo cuidado especial em lavar as luvas por dentro.
  • Na entrada dos trabalhadores às zonas tratadas após a aplicação, estes deverão usar luvas, camisa de mangas compridas e calças.
  • Usar luvas adequadas durante a preparação da calda e aplicação do produto. Usar vestuário de proteção durante a aplicação do produto.

Modo de Preparação da Calda e Utilização

No recipiente onde se prepara a calda deitar metade da água necessária. Agitar bem a embalagem até o produto ficar homogéneo. Numa vasilha, juntar a quantidade de produto a utilizar com um pouco de água e agitar bem até obter uma mistura homogénea. Deitar esta mistura no recipiente e completar o volume de água, agitando sempre.

Para aplicação com barra de pulverização em culturas baixas:
Calibrar corretamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.
A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação, respeitando as doses indicadas.

Para aplicação em culturas arbustivas e arbóreas:
Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).
Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a respeitar a dose.

Volume de calda: 200 – 400 L/ha: arroz; 200-600 L/ha: salsa; 200 – 700 L/ha: ervilheira; 200 – 8000 L/ha: alho, alho francês, cebola, chalotas; 500 – 800 L/ha: aipo, cenoura; 200 – 1000 L/ha: couve-brócolo, couve-flor, couve-de-Bruxelas, couves de repolho, couves de folhas, tomateiro; 300 – 1000 L/ha: alcachofra, meloeiro, melancia; 500 – 1000 L/ha: aboborinha (courgette), beringela, espargos, framboesa, morangueiro, oliveira, pepino, pimenteiro.

Precauções Biológicas

Para evitar o desenvolvimento de resistências, não aplicar este produto ou qualquer outro que contenha Qol ou DMI, em mais do que 1 tratamento em estufa, ou 2 ao ar livre, no conjunto das doenças e durante o ciclo cultural.

O ORTIVA TOP não deve ser aplicado nos locais onde comecem a verificar-se quebras de eficácia após as aplicações do produto ou de outros produtos com o mesmo modo de ação (Qol ou DMI) existentes no mercado.

O ORTIVA TOP poderá afetar algumas cultivares de macieira; deve evitar-se os arrastamentos da calda para pomares de macieira vizinhos e não utilizar o mesmo pulverizador.

Não é aconselhável a mistura de ORTIVA TOP com inseticidas ou acaricidas, com formulação de concentrado para emulsão em culturas de ar livre.

Não aplicar durante as três semanas a seguir à transplantação.

Não aplicar o produto em viveiros de plantas.

  • Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 800 250 250

  • Protecção Integrada

    Segundo a Directiva do Uso Sustentável(Directiva 2009/128/CE) que foi transposta para a Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Protecção Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumprido esses príncipios gerais, todos os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos das culturas são passíveis de ser utilizados em Protecção Integrada.

    L.M.R.

    Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU: http://ec.europa.eu/food/plant/pesticides/eu-pesticides-database/public/?event=activesubstance.selection&language=EN